III. DO RESUMO DO PROCESSO EM TRIBUNAL 7. A Petição deu entrada a 8 de Março de 2016 e notificada ao Estado Demandado por ofício datado de 21 de Abril de 2016. 8. A 12 de Maio de 2016, o Tribunal notificou a Embaixada da República do Burundi acreditada na Etiópia da Petição e solicitou a intervenção desta no processo, se assim o desejasse. 9. A 3 de Junho de 2016, o Tribunal emitiu um despacho suo motu para medidas provisórias, ordenando ao Estado Demandado que suspendesse a execução da sentença até à determinação da Petição. O despacho foi transmitido às partes a 7 de Junho de 2016 e, posteriormente, à Embaixada do Burundi na Etiópia. A Embaixada não respondeu. Após vários lembretes, o Estado Demandado apresentou as suas observações sobre o despacho de medidas provisórias e a sua resposta à Petição principal a 12 de Abril de 2017, que foram transmitidas aos Peticionários a 19 de Abril de 2017. 10. A 16 de Junho de 2017, os Peticionários apresentaram a sua réplica à contestação do Estado Demandado à Petição Inicial, que foi transmitida ao Estado Demandado a 22 de Junho de 2017. 11. A fase de apresentação de articulados encerrou a 22 de Janeiro de 2018, tendo as Partes sido devidamente notificadas do facto. 12. A 5 de Março de 2018, a Faculdade de Direito da Universidade Cornell enviou uma nota ao Tribunal propondo-se a representar gratuitamente os Peticionários, que enfrentavam a pena de morte na Tanzânia e que tinham interposto as suas acções judiciais ao Tribunal. O Tribunal acedeu ao pedido a 16 de Maio de 2018 e atribuiu á universidade nove (9) processos, entre os quais a presente Petição. 13. A 14 de Novembro de 2018, os Peticionários, por intermédio da Clínica de Direito Internacional dos Direitos Humanos da Universidade Cornell, 5

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