10. A 4 de Novembro de 2002, o Secretariado escreveu ao queixoso e ao Estado Respondente para os informar desta decisão e pediu-lhes que enviassem as suas alegações de admissibilidade antes da 33ª Sessão Ordinária da Comissão. 11. Em 19 de Dezembro de 2002, o Secretariado recebeu as alegações escritas do Queixoso sobre a admissibilidade da comunicação, as quais foram enviadas ao Estado Respondente em 17 de Fevereiro de 2003. Na mesma carta, o Secretariado recordou ao Estado Respondente que devia enviar as suas observações escritas sobre a admissibilidade da comunicação antes da 33ª Sessão Ordinária. 12. Por uma Nota Verbal de 31 de Março de 2003, que não foi recebida num formulário impresso legível, o Estado Respondente confirmou a recepção das correspondências da Comissão e solicitou à Comissão que prorrogasse por mais três meses o prazo para a apresentação da sua resposta sobre a admissibilidade da queixa. 13. A 8 de Abril de 2003, o Secretariado escreveu ao Estado Respondente confirmando a recepção da sua correspondência e solicitando-lhes que lhe reenviassem o referido pedido, uma vez que o mesmo não chegou ao Secretariado num formulário impresso legível. 14. Por fax de 5 de Maio de 2003, o Estado Respondente confirmou o seu pedido de mais tempo para poder preparar e encaminhar as suas alegações escritas sobre a admissibilidade da comunicação à Comissão. 15. Na sua 33ª Sessão Ordinária realizada em Niamey, Níger, de 15 a 29 de Maio de 2003, a Comissão Africana examinou a comunicação e adiou a sua decisão sobre a admissibilidade para a sua 34ª Sessão Ordinária, concedendo mais tempo ao Estado Respondente, conforme o seu pedido. 16. Em 12 de Junho de 2003, o Secretariado escreveu ao Queixoso e ao Estado Respondente, informando-os desta decisão e lembrando-lhes ainda que deveriam enviar as suas alegações escritas sobre a admissibilidade das mesmas antes da 34ª Sessão Ordinária da Comissão. 17. A 12 de Setembro de 2003, o Secretariado da Comissão Africana recebeu as alegações escritas sobre a admissibilidade do Estado Respondente. Estas foram enviadas ao Queixoso a 23 de Setembro de 2003. 18. Na sua 34ª Sessão Ordinária realizada em Banjul, Gâmbia, de 6 a 20 de Novembro de 2003, a Comissão Africana examinou a queixa e declarou-a admissível. 19. A 10 de Dezembro de 2003, o Secretariado escreveu às partes informando-as desta decisão e solicitando-lhes ainda que enviassem à Comissão Africana as respectivas observações escritas sobre os méritos da comunicação antes da 35ª Sessão Ordinária. 20. Em 12 de Março de 2004, o Estado Respondente enviou as suas alegações escritas sobre os méritos da Participação-queixa e expressou o seu desejo de apresentar argumentos orais sobre a matéria durante a 35ª Sessão Ordinária da Comissão Africana, recepção que o Secretariado reconheceu em 17 de Março de 2004. Um pedido semelhante para se dirigir oralmente à Comissão Africana foi enviado à Comissão Africana pelo Queixoso em 11 e 23 de Março de 2004. 21. Em 17 de Março de 2004, o Secretariado da Comissão Africana enviou ao Queixoso uma cópia das observações escritas do Estado Respondente sobre os méritos.

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