Os queixosos acrescentam que mesmo que a hipótese de agressão por um colega de prisão fosse provada pelo relatório do médico legista e pelo testemunho de B.D.C., o O fracasso do Estado arguido em tomar medidas para a segurança das instalações de detenção permaneceria por resolver. 51. Os queixosos alegam que depois de ter sofrido o abuso, Guy Yambo sofreu até ao ponto de agonia e morte sem lhe ter sido dada qualquer assistência médica Ele foi baleado por agentes da polícia enquanto seus colegas detentos chamavam a atenção da polícia para sua saúde crítica. - · 52. De acordo com os queixosos, embora Gu:x Yambo tenha sido detido numa esquadra da polícia, continuava a ser uma detenção secreta, na medida em que nenhum membro da sua família foi informado da sua detenção, apesar de o seu irmão ter ido à esquadra da polícia para obter informações. Esta detenção incomunicável constitui violência psicológica e moral, concluem os queixosos. Alegada violação do artigo 6º. 53. Os queixosos alegam que Guy Yambo foi arbitrariamente preso e detido se. por razões desconhecidas para a sua família. A sua família notou a sua ausência em 11 Janeiro de 2007. Ele foi mantido incomunicável por quase duas semanas e não conseguiu se comunicar com sua família, apesar dos esforços deles para encontrá-lo. O fracasso em facilitar o contacto com a sua família reflecte uma intenção deliberada de manter Guy Yambo incomunicável, dizem os queixosos. A polícia só contactou a família de Guy Yambo após a sua morte a 23 de Janeiro de 2007. 54. Os Reclamantes salientam que os padrões internacionais exigem que qualquer pessoa presa seja levada perante uma autoridade judicial num "curto período de tempo", o que não era o caso de Guy Yambo. 13 I P a g e

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