23. Em 18 de Maio de 1995, foi recebida uma carta da Comissão Europeia dos Direitos do Homem em resposta ao pedido do Secretariado sobre a questão das dificuldades financeiras. 24. Em 26 de Maio de 1995, foi enviada uma correspondência ao Governo do Botsuana para o informar da decisão de admissibilidade tomada pela Comissão e para lhe solicitar que considerasse uma resolução amigável do caso. Não houve resposta do Governo do Botsuana. 25. Em 23 de Setembro de 1995, a Comissão recebeu da organização não governamental INTERIGHTS uma correspondência datada de 15 de Maio de 1995, informando-a de que tinha sido designada pelo Sr. Modise para o representar na próxima sessão da Comissão. A este respeito, a carta do Sr. Modise à INTERIGHTS, de 2 de Dezembro de 1994, foi anexada à referida correspondência. 26. O mesmo envelope continha uma segunda carta da INTERIGHTS, datada de 15 de Maio, declarando que a ONG tinha acabado de ser informada da decisão de admissibilidade tomada pela Comissão na sua 17ª Sessão e solicitando, portanto, que lhe fosse dirigida uma notificação formal da referida admissibilidade. INTERIGHTS também incluiu uma nota explicativa sobre o caso e as exigências do Queixoso, e indicou a sua intenção de estar presente na Praia, na 18ª Sessão, para discutir o caso. 27. Na 18ª Sessão realizada em Outubro de 1995, a Comissão ouviu o advogado do Queixoso, Sr. Odinkalu. Decidiu-se adiar a decisão quanto ao mérito, a fim de dar algum tempo para os esforços no sentido de se chegar a um acordo amigável e, se necessário, o caso seria reexaminado na 19.a sessão. 28. A 19 de Outubro de 1995, o Secretariado recebeu por fax uma Nota Verbal do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Botsuana com a informação de que o Chefe de Estado tinha concedido a nacionalidade do Botsuana ao Sr. Modise, e que o seu certificado de nacionalidade lhe tinha sido enviado por correio a 26 de Junho de 1995. 29. Em 30 de Novembro de 1995, uma cópia desta nota verbal foi enviada ao Sr. Odinkalu com uma carta informando-o de que, se a Comissão não recebesse qualquer informação em contrário antes da sua próxima sessão, a concessão da nacionalidade seria considerada uma solução amigável. 30. Em 14 de Dezembro de 1995, o Secretariado recebeu uma carta do Sr. Odinkalu, advogado do Queixoso, indicando que este não considerava a concessão da nacionalidade como um acordo amigável e pedindo à Comissão que continuasse a examinar o caso. 31. Em 28 de Dezembro de 1995, o Secretariado recebeu correspondência do Comissário Dankwa solicitando cópias de toda a documentação relevante para o caso, para sua utilização durante uma missão ao Botsuana. 32. Em 25 de Janeiro de 1996, o Secretariado recebeu, por fax, correspondência do Sr. Odinkalu indicando a sua intenção de enviar à Comissão algumas informações complementares. 33. Em 13 de Fevereiro de 1996, o Secretariado recebeu uma carta do Comissário Dankwa solicitando cópias de certas páginas do passaporte do Sr. Modise. O Secretariado

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