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segundo instrumento que está em lacto uma resolução da Assembléia
Geral das Nações Unidas ihc.
3) Jurisdição temporal
17. Em suas observações escritas, a RcspoBdenl não levantou nenhuma
objeção preliminar à jurisdição temporal da Corte, a não ser a sobre o
Tratado que estabelece a Comunidade da África Oriental. Na audiência
pública de 15 de junho de 2012, o Representado, entretanto, contestou a
jurisdição temporal da Corte da seguinte forma: "nossa controvérsia com
retrospectividade é articulada apenas sobre o aspecto 1" a Lei Elcventh
Emenda Constitucional No. 34 de 1994, que foi cnactcd perante o
Governo da República Unida da Tanzânia racionalizou o Protocolo à Carta
Africana que estabelece o Tribunal Africano. A Corte não pode decidir
sobre as questões que a TPdnspiraram antes de a Tanzânia ter mentido os
instrumentos e colocado a República Unida da Tanzânia sob a jurisdição
desta Corte, hcnce a questão é retrospectiva" (Audiência Pública de 15 de
junho de 2012, audiência Xml Verbatim Record, p. 27, linhas 16-2 1); o
Respondente acrescentou o seguinte "o princípio internacional é que os
tratados internacionais não são rctrospectivos. [. . .] Este princípio é
aplicável à República Unida da Tanzânia com relação ao Artigo 34 (6) 1'
do Protocolo à Carta Africana que institui um Tribunal Africano"
(Audiência Pública de 15 de junho de 2012, Registro Verbatim de Pneus/
Audiência, p. 27. lincs 30-31 e p. 28, linhas 1 -5).
Na mesma audiência pública, o 2"Requerente, por sua vez, afirmou
que: "as violações que foram alegadas ocorrem antes da elaboração da
Carta