Decisão da Comissão Africana de Direitos Humanos e dos Povos
sobre rejeitar pedido
Comunicação 612/16 -Ahmed Mohammed Aly Subaie v. República Árabe do
Egito
Resumo da Queixa:
1. A Secretaria da Comissão Africana de Direitos Humanos e dos Povos (a
Secretaria), recebeu uma queixa em 23 de Março de 2016 da Organização
da Aliança Européia (AED), Justiça para Direitos Humanos (JDH) Organização
Aman, Khadija Mohammed Khaled Abu Hein, e um outro indivíduo que buscou
o anonimato (os Reclamantes), em nome de Ahmed Mohammed Aly Subaie (a
Vítima).
2. A Reclamação é apresentada contra a República Arábica do Egito (Estado
Respondente),
Estado
Parte da Carta Africana de Direitos Humanos e dos Povos (Carta Africana). 1
3. Os autores da denúncia fornecem um breve histórico da situação política no Estado
Respondente, incluindo o “golpe” de 3 de Julho de 2013, que eles alegam que
"violou todos os direitos humanos e buscou eliminar um setor específico da
sociedade Egípcia. Eles adicionaram que o setor visado é aquele que se opôs ao
“golpe”.
4. Os Reclamantes alegam que os l íderes do “ golpe” co met era m segregação
discriminatória contra um setor de Egípcios através de assassinato, desaparecimento
forçado e torturando prisioneiros”. Eles então alegaram que o Estado Respondente
negou aos detidos um julgamento justo.
5. Os Reclamantes informaram que a Vítima está entre vários Egípcios cujos direitos foram
violados pelo Estado Respondente. Os Reclamantes indicaram que a Vítima nasceu em
1975, e é casado e com dois filhos.
6. Os Reclamantes suscitaram que a vítima foi sequestrada em 4 de outubro de
2013 e que ele foi privado dos direitos mínimos de detento, negado um
advogado e "negado de ter um juiz normal conduzindo o julgamento".
7. Os reclamantes alegam que a "autoridade golpista" fabricou muitas acusações
contra a Vítima em relação à organização do sit-ins de Rabi'a, no caso número
5 da Suprema Segurança do Estado Criminal de 2014 e 2210 da Criminal El
Agouza de 2014. Os reclamantes afirmam que as acusações fabricadas incluem
falsos rumores sobre a situação interna do país; divulgação de falsas imagens de
mortes e ferimentos de manifestantes; falsa transmissão para despertar a opinião
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O Egito ratificou a Carta Africana de Direitos Humanos e Direitos dos Povos (Carta Africana) em 20 de Março
de 1984
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