1ª espancada conjuntamente por cerca de 6 funcionários da AEPB. A Autora tirou fotografias do incidente para o documentar e todos os esforços feitos por ela para libertar algumas das mulheres raptadas naquela noite revelaram-se abortivos. 1º O queixoso avança que foi à esquadra de polícia de Maitama para apresentar uma queixa sobre o rapto. Contudo, o agente da polícia que encontraram em serviço com o nome de Sr. Ijeoma U. Ijeoma recusou-se a registar a sua queixa e foi mais longe para dizer que os funcionários da AEPB estavam a fazer o seu trabalho e que se dependesse dele teria prendido todas as mulheres que acompanhavam o 1º queixoso porque, segundo ele, pareciam prostitutas. Depois de mais insultos da sua parte, instruiu-as para se irem embora e até à data ainda não se vingou delas. O 1º queixoso afirma ainda que algumas das raparigas raptadas foram libertadas no dia seguinte. As mulheres detidas não receberam comida nem água e algumas delas sofreram ferimentos enquanto outra reclamou que o seu telefone foi roubado. A 1ª queixosa afirma ainda que convidou os meios de comunicação social que chegaram ao local por volta das 10 da manhã, mas não foi dado acesso à equipa de comunicação social às instalações da AEPB. Contudo, foi à Televisão Africana Independente para conceder uma entrevista e concedeu outras entrevistas a outras agências jornalísticas presentes sobre o que tinha acontecido. Posteriormente, no dia 29 de Setembro de 2012 por volta das 20 horas, a 1ª Autora foi ver o seu irmão e, de repente, um homem com um uniforme de guerra Man O' agarrou-lhe o peito e agarrou-se a eles para a fazer parar de andar. Ele forçou-a a entrar no autocarro que tinha escrito AEPB e SAPLCLN e ela recusou e começou a gritar por ajuda. Posteriormente, três oficiais militares armados começaram a espancá-la e ameaçaram matá-la se ela não entrasse no autocarro. Ela ofereceu-se para mostrar aos assaltantes o seu bilhete de identidade, mas eles recusaram-se a dar-lhe a oportunidade, em vez de continuarem a forçá-la a entrar no autocarro e a chamar-lhe nomes. Os transeuntes que viram o que aconteceu intervieram e identificaram-na como uma actriz de Nollywood e deixaram-na ir. A 1ª Autora afirma que quando o seu irmão foi ao escritório da AEPB para saber o que tinha acontecido, os agentes da AEPB ameaçaram matá-lo, pelo que ela mandou denunciar o caso à esquadra da zona 3 nesse mesmo dia. A polícia convidou o então Director da AEPB, Isaa Shuaibu que explicou que foram os funcionários e soldados da SAPCLN que agrediram a 1ª Autora e não a AEPB. Desde que o incidente aconteceu, ninguém foi preso ou processado com base na sua queixa.

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