Que a pessoa descrita como um Homem O' Guerra pelos Requerentes não é um agente do Réu. Que os queixosos se vistam nus ou semi-nus à beira da estrada, solicitando homens tanto interessados como desinteressados do público, incluindo crianças inocentes. Que só uma pessoa louca ou ociosa pode estar na rua a meio da noite, em nome da recolha de assinaturas. 1º Que o queixoso é um trabalhador do sexo comercial activo que, em todas as ocasiões, entrou em conflito com as autoridades no decurso do cumprimento do seu dever de higienizar a FCT dos trabalhadores do sexo em locais públicos. 1º Além disso, o Réu declara que o Autor, no parágrafo 4.53 da exposição de factos dos Requerentes, admitiu ser uma prostituta. Que a 2ª queixosa nunca foi detida em nenhum momento pelos homens da AEPB, da polícia nigeriana, do exército nigeriano ou de qualquer das agências de segurança e que não existe qualquer registo que mostre que a 2ª queixosa ou qualquer dos seus amigos imaginários (Muna, Mubo e Iveren) foram detidos e detidos. A administração da FCT habilitou a AEPB, em colaboração com a Polícia Nigeriana, a prender, deter e processar qualquer mulher que solicite/ofereça serviço sexual à noite em qualquer local público da FCT. Que o alegado incidente de violação do 2º queixoso, alegadamente ocorreu a 9 de Janeiro de 2010, mas que o presente processo só foi apresentado a 18 de Setembro de 2014, mais de 3 anos após a ocorrência do alegado evento. O 3º queixoso não foi, em momento algum, detido nem pelos homens da AEPB, nem pela polícia nigeriana, nem pelo exército nigeriano em momento algum. Que o 3º queixoso é um daqueles trabalhadores do sexo comerciais que recorrem a "touts" que os apadrinham para atacar os homens da AEPB e os impedem de desempenhar as suas funções legais. Que o nome utilizado pela 3ª queixosa na declaração de facto como seus amigos é inexistente e imaginário e que não existe tal incidente de violação, e esfaqueamento de um mecânico denunciado em qualquer esquadra da FCT. Que a 4ª autora nunca foi detida, em momento algum, por homens da AEPB, da polícia nigeriana, nem do exército nigeriano na altura em que ela alegou. Que os queixosos pertencem ao quadro de prostitutas popularmente chamadas "Tia Grande" que reúnem e coordenam outras raparigas jovens envolvidas no negócio do

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