Secretário-Geral do CADSJCRHW). A Comissão [Africana] solicitou ao Secretariado que lhe enviasse uma nota de confirmação sobre se o pedido de retirada era genuíno. 18. A 21 de Junho de 2004, o Secretariado enviou uma carta solicitando esclarecimentos e confirmação do pedido de retirada da queixa do CADSJCRHW. Contudo, não foi recebida qualquer resposta do Queixoso. 19. Durante a sua 36ª Sessão Ordinária realizada em Dakar, Senegal, de 22 de Novembro a 7 de Dezembro de 2004, a Comissão Africana decidiu dar ao Queixoso uma última oportunidade de confirmar a retirada da sua queixa. 20. O Secretariado, por carta datada de 23 de Dezembro de 2004, solicitou ao Queixoso que confirmasse a retirada da queixa. Contudo, até à data, o Secretariado não recebeu qualquer resposta ao pedido. Admissibilidade da Lei 21. O Artigo 56 da Carta Africana estabelece que as comunicações referidas no Artigo 55, para que possam ser consideradas, devem necessariamente ser enviadas à Comissão Africana após o esgotamento dos recursos locais, caso existam, a menos que seja óbvio que este procedimento é indevidamente prolongado. 22. Vale a pena notar que, no caso em estudo, desde a data em que a Queixa foi apresentada ao Secretariado da Comissão Africana (17 de Março de 2003) e apesar de várias cartas enviadas para solicitar ao Queixoso e ao Estado Respondente que submetessem a admissibilidade, não houve respostas. 23. Em Maio de 2004, o Queixoso solicitou a retirada da Queixa por correio electrónico e, novamente, apesar de vários esforços para obter uma confirmação escrita da retirada, a mesma não foi apresentada até à data. Decisão 24. Consequentemente, a Comissão Africana decide encerrar o processo por falta de interesse na comunicação do Queixoso. Adoptada na 37ª Sessão Ordinária da Comissão Africana, realizada de 27 de Abril a 11 de Maio de 2005 em Banjul, Gâmbia. 1 A Nigéria ratificou a Carta Africana em 22 de Junho de 1983

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