de diagnóstico e outros medicamentos, o que representa uma barreira no acesso aos cuidados do cancro. 334. Os colectivo de amici afirma ainda que devido a atitudes discriminatórias nos centros de saúde, algumas pessoas com albinismo têm enfrentado barreiras no acesso aos mesmos. Assim, tem sido recusado tratamento às pessoas com albinismo e até mesmo ignoradas. Além disso, as mulheres que deram à luz crianças com albinismo tiveram de lidar com o estigma, foram sujeitas a violações de confidencialidade e não receberam acesso atempado à educação e informação relacionada com a saúde, incluindo sobre a prevenção do cancro da pele. 335. Em relação à saúde mental, o colectivo de amici afirma que o estigma, os estereótipos, os preconceitos e a exclusão social vividos pelas pessoas com albinismo nas suas famílias, na comunidade imediata e na sociedade podem, cumulativamente, ter um efeito prejudicial à sua saúde mental e causar efeitos como a ansiedade, ataques de pânico, depressão e tendências para o suicídio. As mulheres que dão à luz crianças com albinismo também sofrem de doenças mentais devido ao abandono dos seus maridos; a propósito, o colectivo de amici afirma que isto constitui uma prática prejudicial e uma forma de estigmatização. *** 336. O artigo 16.o da Carta estipula que: 1. "toda pessoa tem direito ao gozo do melhor estado de saúde física e mental que for capaz de atingir. 2. Os Estados Partes na presente Carta comprometem-se a tomar as medidas necessárias para proteger a saúde das suas populações e para assegurar-lhes assistência médica em caso de doença". 337. O artigo 24.o da CDC estipula o seguinte: 83

Sélectionner le paragraphe cible3