21. Em 17 de janeiro de 2000, a Secretaria notificou as partes sobre a decisão acima.
22. Em 17 de fevereiro de 2000, a Secretaria recebeu uma Nota Verbal do Alto Comissariado da
República Federal da Nigéria em Banjul, referindo-se à Nota Verbal acima e solicitando à Comissão
que enviasse os seguintes documentos às autoridades competentes do país para que se
preparassem para as respostas apropriadas às supostas violações:
a) O Projeto de Agenda da 27ª Sessão Ordinária e a carta de convite da Secretaria para a sessão; b)
Uma cópia da queixa que foi anexada à Nota da Secretaria; c) Uma cópia do Relatório da 26ª
Sessão Ordinária
23. Na seqüência do pedido acima, a Secretaria da Comissão em 8 de março de 2000, encaminhou
todos os documentos solicitados (exceto o Relatório da 26ª Sessão Ordinária), juntamente com
uma cópia do resumo e status de todas as comunicações pendentes contra a Nigéria, uma cópia
de cada uma das comunicações 218/98, 224/98 e 225/98, conforme submetidas por seus autores,
e uma cópia da resposta escrita do reclamante sobre os méritos desta comunicação.
24. Em sua 27ª Sessão Ordinária realizada na Argélia, a Comissão analisou o caso e adiou sua
análise para a sessão seguinte para permitir ao Governo da Nigéria responder a seu pedido de
argumentos sobre os méritos do caso.
25. Em 31 de maio de 2000, a Secretaria recebeu uma carta do reclamante perguntando sobre a
decisão da Comissão na 27ª Sessão Ordinária.
26. A decisão acima foi comunicada às partes em 6 de julho de 2000. A Secretaria também acusou
o recebimento da carta do reclamante de 31 de maio de 2000.
27. Em 27 de setembro de 2000, a Secretaria recebeu uma resposta do Alto Comissariado do
Estado demandado na Gâmbia que pretendia ser argumentos sobre os méritos das comunicações
224/98 e 225/98. No entanto, os fatos ali focalizavam a comunicação anterior.
28. Em 3 de outubro de 2000, a Secretaria da Comissão acusou o recebimento da Nota Verbal e
indicou a discrepância. Além disso, uma cópia da apresentação foi enviada ao reclamante para
suas observações.
29. Durante a sessão da Comissão em Benin, o Estado requerido apresentou argumentos
adicionais sobre o assunto.
A resposta do Estado Parte
30. O Governo da Nigéria alega que o julgamento foi conduzido sob uma lei que foi validamente
promulgada pela autoridade competente naquele momento. A Lei de Traição e Outras Infrações
(Tribunal Militar Especial), Cap 444 das Leis da Federação da Nigéria, 1990, sob a qual Malaolu foi
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