de maio de 2012 em Banjul, no Gâmbia. Em 31 de maio de 2012, a decisão de adiá-la mais uma
vez para a 52ª Sessão Ordinária foi comunicado às partes.
26. Em sua 52ª Sessão Ordinária realizada de 9 a 22 de outubro de 2012 em Yamoussoukro, Côte
dIvoire, a Comissão examinou a Comunicação e decidiu adiá-la novamente para permitir que a
Secretaria preparar uma minuta de decisão sobre os méritos. A Secretaria informou as partes
sobre a decisão por cartas datada de 13 de novembro de 2012.
A Lei
Admissibilidade
Os autores das denúncias sobre admissibilidade
27. Em suas apresentações sobre admissibilidade, os reclamantes evitam que o conteúdo da
Comunicação seja fatos realmente verdadeiros e tangíveis: trata-se de alguns menores que foram
condenados por um tribunal, as decisões de que não pode ser objeto de recurso. De acordo com
eles, não é uma comunicação baseada na coleta de mas apresenta fatos tangíveis que foram
provados com base em textos legais e decisões por autoridades do Estado Respondente.
28. Com relação à exigência de exaustão dos recursos locais, os reclamantes alegam que o As
sentenças proferidas pelo Tribunal Militar para as vítimas citadas acima não podem ser objeto de
recurso. De fato, segundo eles, o artigo 5º do Decreto nº 019, de 23 de agosto de 1997, que
institui os Tribunais Militares estipula que suas decisões não podem ser opostas nem apeladas
contra . Os reclamantes acreditam que não estão disponíveis, e, portanto, a Comunicação deve ser
declarada admissível.
29. Sobre a existência de meios alternativos de reparação, como o perdão estabelecido no Artigo
175 sobre a Decisão Executiva sobre a Organização do Sistema Judicial que estabelece o
Regulamento de Processo dos Tribunais, Tribunais e Procuradorias Públicas, os reclamantes
acreditam que se trata apenas de um recurso não jurisdição e solução ineficaz, a critério das
autoridades públicas. Os autores das reclamações referem-se à decisão na Anistia Internacional e
Outros v. Sudão, afirmando que tais remédios não são aceitos pela Comissão. (3)
30. Com base no argumento do Estado requerido segundo o qual as queixas apresentadas nesta
Comunicação teriam sido resolvidas pelo Decreto nº 084/2002, de 2 de agosto de 2002, os
reclamantes consideram que o Decreto acima foi emitido em agosto de 2002, enquanto as
sentenças proferidas às vítimas identificadas na Comunicação datam de fevereiro de 1999 para
casos anteriores e os mais recentes ocorreram em abril de 2001. Este Decreto, de acordo com os
reclamantes, abordaria a situação das vítimas sem afastar os graves danos sofridos pelas vítimas
por terem sido julgadas ilegalmente e sentenciados à morte por uma lei e tribunal sob o escopo e
competência dos quais não caíram.
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