90. O Estado do Níger declara que o ProCLlfi:!UJ' de la Republique pres !edit Tribunal solicitou em 18 de Abril de 2018, a abertura de uma investigação judicial contra Loulou Sidi lohamed e todos os outros pelo crime de escravidão. Ele alega que, apenas um mês após o caso ter sido encaminhado ao juiz de instrução, o advogado do requerente ordenou ao juiz, em 21 de Maio de 2018, que tomasse uma decisão no caso. Menos de duas semanas após esta injunção, o advogado reiterou os seus comentários por carta datada de 4 de Junho de 2018. 9l. O Estado do Níger informa que, em 25 de Outubro de 2018, o juiz de instrução do gabinete do e7 rne procedeu à audição da parte civil e depois de uma testemunha, em 14 de Janeiro de 2019. Ele explicou que, neste caso, o juiz de instrução foi confrontado caso di t11cult e com um Este complexo, que data de várias décadas e esconde pessoas que vivem no território de vários Estados (Níger, Burkina Faso, Senegal), é inseguro devido à presença de grupos terroristas na zona do Sahel. 92. Ele conclui que não pode censurar Jui ctrc por qualquer negligência ou Jaxis me A decisão do Tribunal de remeter o caso para o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos foi tomada após um longo período de tempo, e o último acto do Juiz Inspector foi menos de cinco meses depois de o caso ter sido remetido para o Tribunal. 93. Pede ao Tribunal que note que a duração do processo judicial iniciado na sequência da queixa do requerente é razoável à luz da jurisprudência internacional e da lei da terra. de sua própria jurispn1de nce ; 94. O Estado requerido argumenta que, para o Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias Direitos Humanos, de "A razoabilidade da duração de um procedimento é avaliada no globo de acordo com as circunstâncias do caso (ECHR I 2 l i 0/ / 992, BODDAERT Cl Bélgica, N°12919/87, §' 36) à luz dos critérios identificados pela jurisprudência do Tribunal, nomeadamente: a complexidade do processo, a oportunidade do pedido e as autoridades competentes, e a importância do caso. 92. Argumenta-se que o TJE considera que existe uma violação do direito de ser juiz num período de tempo razoável quando as autoridades judiciais tiverem íres não realizam nenhum ato durante um devem ser avaliados de acordo com os critérios acima. Isto é o que emerge do

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