84. Elk explica que, na sequência de uma queixa apresentada ao Director da Polícia Judiciária em 2 de Março de 2018, a unidade de investigação elaborou um relatório que foi enviado ao Procurador do Ministério Público no Supremo Tribunal de Nia mey 26 de Março de 2008. 85. O juiz de instrução do gabinete 7'''', a que o Ministério Público se referiu por uma acusação datada de 18 de Abril de 2018, só o ouviu passados 8 meses, apesar de não ser membro do as cartas de reclamação do seu conselheiro. 86. Argumenta que o seu caso ainda não foi ouvido devido à duração excessiva da investigação judicial, enquanto o juiz de instrução nunca i n v o c o u qualquer complexidade do procedimento que pudesse paralisar a sua acção. 87. O reclamante também considera que o fato de o juiz ter usado os serviços da esposa de Loulou Sidi, a mãe de sua filha Zeinabou, para interpretar suas palavras, é uma violação da lei. Isto é uma violação do seu direito a um julgamento justo. 88. Assim, solicita ao Tribunal que considere que o Estado do Níger violou o seu direito de ter o seu caso ouvido e determinado num prazo razoável e o seu direito a uma audiência justa. julgamento justo. 89. O Estado requerido afirma que a queixa apresentada pelo requerente em 2 de Março 2018. 11 Assim se diz que em 06 de março de 2018, Lady Focli 'Vlohamed foi entrevistada pelo Chefe da Divisão de Investigação Criminal da Polícia Judiciária, que também tinha tomado e registrado os depoimentos de alguns dos réus, bem como das testemunhas. testemunhas que são residentes OU visitantes de Niamey. Ele informou que a investigação preliminar foi encerrada em 26 de março de 2018 e que os registros verbais foram enviados ao Ministério Público do Supremo Tribunal de Justiça de Nia mey (T GJHC). i 21

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