caso para responder, tivesse de ser anulado ou expurgado e, em
seguida, ter sido ordenado o regresso do processo ao Tribunal Superior.
iii. Que considerando o silêncio do registo do tribunal sobre se o relatório
post mortem, que era o anexo (P1) e o mapa de esboço, que era o
anexo (P2), foram mostrados e/ou lidos ao Peticionário para conhecer
seu conteúdo, o tribunal de primeira instância e o primeiro tribunal de
recurso cometeram um erro ao condenar o Peticionário com base
nesses anexos e que deveriam ter sido expurgados das provas.
iv. Que o tribunal de primeira instância e o tribunal de recurso cometeram
um erro de direito e de facto ao basearem-se na identificação visual de
Veronica John (PW), que era uma testemunha inconsistente e pouco
fiável, para condenar o Peticionário, sem considerar que Veronica John
(PW) preparou o seu depoimento para incriminar o Peticionário neste
crime por ter sido expulsa da casa da mãe do Peticionário.
v. Que o tribunal de primeira instância e o tribunal de apelação não
atribuíram as razões pelas quais descartaram ou desacreditaram as
provas da defesa.
67. O Tribunal irá apreciar essas cinco (5) queixas à luz do n.º 1 do artigo 7.º
da Carta.
i.
Alegação relativa ao encerramento do processo da acusação
68. O Peticionário alega que o tribunal de primeira instância e o tribunal de
apelação cometeram um erro de direito e, de facto ao prosseguirem com o
processo de defesa enquanto não havia ordem judicial para encerrar o
processo da acusação.
*
69. O Estado Demandado alega que o Peticionário já havia levantado esta
questão como seu segundo fundamento de recurso perante o Tribunal de
Recurso e que o Tribunal de Recurso já tinha finalizado esta contenda. O
Estado Demandado faz referência à decisão do Tribunal de Recurso, onde
considerou que:
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