Sudão. A Comissão Africana solicitou então às partes que a abordassem sobre a questão da exaustão dos recursos internos. 12. A decisão acima referida foi comunicada às [partes] em 30 de Junho de 2000. 13.Na sua 28ª Sessão Ordinária, realizada de 23 de Outubro a 6 de Novembro de 2000 em Cotonou, Benim, a Comissão Africana decidiu adiar a consideração desta comunicação para a 29ª Sessão Ordinária e solicitou ao Secretariado que incorporasse as alegações orais do Estado Respondente para permitir à Comissão Africana tomar uma decisão fundamentada sobre a admissibilidade. 14.Na 29ª Sessão Ordinária realizada de 23 de Abril a 7 de Maio de 2001 em Tripoli, Líbia, os representantes do Estado Respondente presentes na sessão informaram a Comissão Africana de que não tinham conhecimento das comunicações 235/00 e 236/00 Curtis Doebbler/Sudan. Durante a Sessão, o Secretariado forneceu aos representantes do Estado Respondente cópias das referidas comunicações. A Comissão Africana decidiu adiar a consideração destas comunicações para a próxima sessão. 15. A 19 de Junho de 2001, o Secretariado da Comissão Africana informou as partes da decisão da Comissão Africana e solicitou ao Estado Respondente que enviasse as suas observações escritas no prazo de dois (2) meses a contar da data de notificação da presente decisão. 16. Durante a 30ª Sessão Ordinária realizada de 13 a 27 de Outubro de 2001 em Banjul, Gâmbia, a Comissão Africana ouviu as alegações orais das partes relativamente a este assunto. Segue-se uma descrição pormenorizada, a Comissão Africana observou que o Estado Respondente não tinha respondido às questões levantadas pelo Queixoso. Por conseguinte, a Comissão Africana decidiu adiar a consideração destas comunicações para a 31ª Sessão, na pendência da recepção de observações escritas detalhadas do Estado Respondente em resposta às observações do Queixoso. 17. Em 15 de Novembro de 2002, o Secretariado da Comissão Africana informou as partes sobre a decisão da Comissão Africana e solicitou ao Estado Respondente que enviasse as suas observações escritas no prazo de dois (2) meses a contar da data de notificação desta decisão. 18. Na sua 31ª Sessão Ordinária, realizada de 2 a 16 de Maio de 2002, em Pretória, África do Sul, a Comissão Africana ouviu as contribuições de ambas as partes e declarou a comunicação admissível. 19. Em 29 de Maio de 2002, o Estado Respondente e os Queixosos foram informados da decisão da Comissão Africana. 20.Na 32ª Sessão Ordinária, o Representante do Estado Respondente apresentou observações orais e escritas solicitando à Comissão Africana que revisse a sua decisão sobre a admissibilidade de todas as comunicações apresentadas pelo Queixoso contra o governo do Sudão. A Comissão Africana informou o Estado Respondente de que a questão da admissibilidade das comunicações tinha sido resolvida e que o Estado Respondente devia apresentar os seus argumentos quanto ao mérito.

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