3) Ibourahéma M. BAKAYOKO, Magistrado, Director da Proteccao dos Direitos Humanos e Liberdades Publicas junto do Ministério dos Direitos Humanos e das Liberdades Publicas; 35. Durante a mesma audiéncia, os Juizes colocaram perguntas as quais as Partes responderam. IV. 36. PEDIDOS DAS PARTES As Partes formularam os seguintes pedidos durante a fase escrita dos articulados: A Requerente: 37. Na sua Peticao Inicial, APDH 2014-335, acima pediu ao Tribunal que constatasse que a Lei N.° mencionada, nao é conforme a Carta Africana sobre Democracia e, consequentemente, que condenasse o Estado da Céte d'Ivoire a proceder a sua revisdo a luz dos seus compromissos internacionais. 38. Nas suas alegagdes complementares, a Requerente solicitou que o Tribunal: i, Declarasse que o Requerimento esta devidamente fundamentado; ii. | Declarasse que a lei costa-marfinense n.° 2014-335, de 5 de Junho de 2014 (sic) sobre a Comissao Eleitoral Independente, sobretudo nos seus novos arts. 5.°, 15.°, 16.° e 17.°, viola o direito a igualdade de todos perante a lei, bem como 0 direito a érgaos eleitorais nacionais independentes e imparciais responsaveis pela gestao das eleigées, previstos no n.° 3 do art. 10.° eo n.° 1 do art. 17.° da Carta Africana sobre Democracia. iii. Condenasse, consequentemente, o Estado de Céte d'Ivoire a conformar o seu 6rgao eleitoral as disposicées da referida Carta. 10 NE 7 aT CL A ras i.

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